Bayard Do Coutto Boiteux: um globetrotter em tempos de fronteiras invisíveis Em um mundo que insiste em erguer muros — sejam eles físicos, ideológicos ou econômicos —, a figura do viajante ganha um novo significado. Não aquele turista apressado, que acumula destinos como troféus, mas o verdadeiro globetrotter: alguém que atravessa fronteiras com o olhar atento, a escuta sensível e a disposição de compreender o outro. É nesse contexto que se insere Bayard Do Coutto Boiteux . Ao longo de sua trajetória, Bayard não apenas percorreu o mundo — ele o interpretou. Em tempos de tensões geopolíticas, conflitos armados e discursos polarizados, viajar deixou de ser apenas lazer para se tornar também um ato político e cultural. Conhecer o outro, respeitar diferenças e construir pontes talvez seja hoje uma das formas mais eficazes de resistência ao isolamento que ameaça sociedades contem...
Escolhas pessoais Por Débora Máximo Por que escolhemos o que escolhemos? O que existe por trás das nossas intenções? Você já parou para pensar por que tomamos certas decisões? Às vezes acreditamos que somos 100% donos da nossa vontade, mas a verdade é que as nossas intenções são como um iceberg: o que vemos na superfície é apenas uma pequena parte do que realmente está acontecendo na nossa mente. De onde vem a nossa vontade? Nossas escolhas nascem de uma mistura entre o que sentimos e o que pensamos. O problema é que o nosso cérebro é mestre em nos enganar. Muitas vezes, nós agimos por impulso ou por um hábito antigo e logo em seguida, a nossa mente "inventa" uma explicação lógica para justificar o que fizemos. É como se o inconsciente decidisse primeiro e a nossa consciência apenas desse uma desculpa bonita para a escolha não parecer sem sentido. Existe um ditado que diz: "De boas intenções o inferno está cheio". E, na prática, isso faz muito sentido. Nem sempre ...