A beleza e o desafio de ser quem se é Por Débora Máximo Em um mundo que funciona como uma imensa vitrine de expectativas, o ato de assumir a própria identidade deixou de ser apenas uma escolha pessoal para se tornar um gesto de coragem. Ser quem se é exige reconhecer que a busca pela própria identidade é, ao mesmo tempo, o caminho mais libertador e o mais difícil que alguém pode percorrer. Em um mundo que funciona como uma vitrine de expectativas constantes, o ato de assumir a própria essência deixa de ser natural e passa a ser desafiador. A beleza desse processo está na liberdade de não precisar mais pedir licença para existir. Quando abandonamos as máscaras que criamos para agradar aos outros, experimentamos o alívio de não ter que sustentar um personagem. Essa transparência traz uma beleza que não depende de padrões, ela nasce da harmonia daquilo que sentimos e o que fazemos. Ser autêntico nos permite ocupar nosso lugar no mundo de forma inteira, criando laços re...
Existe um campo invisível que governa a realidade e a maioria das pessoas nem sequer percebe. Mas tudo isso acontece despois. Antes de qualquer decisão, comportamento ou acontecimento, existe um nível mais sutil, porém determinante: o campo onde a realidade está sendo organizada. Um campo que não se vê, mas se percebe pelos efeitos que produz. É nesse campo que se estruturam as relações, que se formam os padrões de escolha, que certas oportunidades se aproximam enquanto outras simplesmente não acontecem. Nada acontece por acaso, mas por coerência com o ambiente invisível que sustenta tudo. Os gestores tentam mudar resultados ajustando metas, trocando processos, mudando pessoas, ou seja, buscando respostas externas. No entanto, poucos compreendem que não é apenas a estratégia que gera resultados. É a qualidade do campo onde essa estratégia nasce. Não é apenas a competência das pessoas que define o desempenho. É o ambiente invisível que organiza como elas pensam, sentem, decidem e se rel...